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>>> INSCREVA-SE AQUI :: 5º Seminário IFE/ACL 07/MAI/16 :: “ESTADO E SOCIEDADE: CRISES E TENSÕES”

 | 28/04/2016 |

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5º SEMINÁRIO IFE - ARTE EVENTO COMPLETA WEB—> INSCREVA-SE AQUI: http://goo.gl/forms/XJAVd4YioH
(Entrada franca)

Prezados(as),
Estão abertas as inscrições para a próxima edição de nossos seminários IFE/ACL. Essas vão até 05 de Maio ou até acabarem as vagas. Seguem informações abaixo:

IFE CAMPINAS E ACADEMIA CAMPINENSE DE LETRAS APRESENTAM:

5º SEMINÁRIO IFE CAMPINAS/ACL

“ESTADO E SOCIEDADE: CRISES E TENSÕES”

DATA: 07 DE MAIO DE 2016 | HORÁRIO: 14H00

PALESTRAS:*

1ª Palestra
Título: Estado, cidadania e educação
Por Pedro Goergen: Professor da FE (UNICAMP), com Doutorado em Filosofia pela Universität München (Alemanha); experiência em áreas como Filosofia da Educação, Ética e Teoria Crítica. É membro da ACL.

Coffee-break – 15H30

2ª Palestra
Título: Estado e violência
Por Roberto Romano: Professor do IFCH (UNICAMP), com Doutorado em Filosofia pela École des Hautes Études en Sciences Sociales (França); experiência em áreas como Ética, Filosofia Política e História da Filosofia.

* Ao final de cada palestra haverá 10min. para perguntas e respostas. Quem desejar receberá certificado de participação. Basta informar na inscrição que o deseja.

LOCAL:
Academia Campinense de Letras
Rua Marechal Deodoro, 525 – Centro, Campinas – SP

—> INSCREVA-SE AQUI: http://goo.gl/forms/XJAVd4YioH
(Entrada franca)

Dúvidas? Contate-nos através do e-mail ifecampinas@ife.org.br

REALIZAÇÃO: IFE CAMPINAS
PARCERIA: ACADEMIA CAMPINENSE DE LETRAS

APOIO:
ANUBRA/BRASIL
FÓRUM DAS AMÉRICAS

5º SEMINÁRIO IFE/ACL – “ESTADO E SOCIEDADE: CRISES E TENSÕES” – SÁB. 07/MAI 14H00 | LINK PARA INSCRIÇÃO NESTE POST

 | 20/04/2016 |

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5º Seminário IFE-ACL - Arte A4 Completa - 760px - sitePrezados(as),
Estão abertas as inscrições para a próxima edição de nossos seminários IFE/ACL. Essas vão até 05 de Maio ou até acabarem as vagas. Seguem informações abaixo:

IFE CAMPINAS E ACADEMIA CAMPINENSE DE LETRAS APRESENTAM:

5º SEMINÁRIO IFE CAMPINAS/ACL

“ESTADO E SOCIEDADE: CRISES E TENSÕES”

DATA: 07 DE MAIO DE 2016 | HORÁRIO: 14H00

PALESTRAS:*

1ª Palestra
Título: Estado, cidadania e educação
Por Pedro Goergen: Professor da FE (UNICAMP), com Doutorado em Filosofia pela Universität München (Alemanha); experiência em áreas como Filosofia da Educação, Ética e Teoria Crítica. É membro da ACL.

Coffee-break – 15H30

2ª Palestra
Título: Estado e violência
Por Roberto Romano: Professor do IFCH (UNICAMP), com Doutorado em Filosofia pela École des Hautes Études en Sciences Sociales (França); experiência em áreas como Ética, Filosofia Política e História da Filosofia.

* Ao final de cada palestra haverá 10min. para perguntas e respostas. Quem desejar receberá certificado de participação. Basta informar na inscrição que o deseja.

LOCAL:
Academia Campinense de Letras
Rua Marechal Deodoro, 525 – Centro, Campinas – SP

—> INSCREVA-SE AQUI: http://goo.gl/forms/XJAVd4YioH
(Entrada franca)

Dúvidas? Contate-nos através do e-mail ifecampinas@ife.org.br

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A violência contra a mulher

 | 08/12/2015 |

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Ilustração: Granville (Jean-Ignace-Isidore Gérard) – H. Fournier Éditeur, Paris, 1845. Fonte: Wikimedia Commons.

 

Ocasionando acaloradas discussões entre diversos grupos, o tema da redação do Enem 2015, “a persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira”, provocou opiniões binárias do que parecia se dividir entre “direita” e “esquerda”. Mas, afinal, como sugeriram alguns, esse tema é doutrinador? É um tema pertinente?

Temas de redações dificilmente são doutrinadores. O que é doutrinado ideologicamente ou não é a opinião individual dos alunos sobre o assunto. A violência contra a mulher existe, no Brasil e no mundo, e a razão disso é a crise de valores morais que passa nossa sociedade. Em contrapartida, a frase da feminista de segunda onda, Simone de Beauvoir, em uma questão no primeiro dia da prova, convidava os vestibulandos a uma reflexão com viés feminista sobre o tópico, cuja linha coloca a desigualdade de gênero como principal origem do problema.

Desde a constituição da burguesia, no início da modernidade, nos solidificamos como uma cultura materialista, cujo valor ao capital supera o valor às virtudes e à ética. Isto foi transposto aos relacionamentos humanos, e passamos, progressivamente, à tendência de objetificar as pessoas, como se elas fossem parte dos bens materiais que temos e adquirimos.

Dessa linha de perda de bases morais para bases materiais, advém a transformação do amor conjugal em sentimentalismo: o “amor” torna-se simples emoção volúvel e efêmera. Um casal que tem como fundamento esse tipo de apego, sem analisar certas condições racionais para a união, tenderá a não ter como valor cotidiano a doação mútua no matrimônio, mas o uso dos próprios vícios para destruir a si e ao outro, abrindo caminho para a violência doméstica.

Todavia, sem considerar essas e outras questões de diversas esferas tão necessárias e pertinentes para se entender a problemática, surge o feminismo com a visão unilateral de que homens são sempre potencialmente agressores e mulheres são sempre potencialmente vítimas. Tal ideologia, travestida de busca por igualdade de gênero, ignora as diferenças biológicas e psicológicas de homens e mulheres e, ao invés de utilizar-se dessas para potencializar a vida em sociedade, promove uma constante luta de classes entre ambos. Na realidade, o feminismo, especialmente a partir de sua segunda onda, reforça a visão materialista, e inverte o comportamento que critica como machista, objetificando os homens ao enxergá-los como possíveis agressores.

A resposta feminista para a questão da violência contra mulher toma como premissa o ódio entre os sexos, algo oposto à premissa ética de que na relação entre os indivíduos de uma sociedade a base deve ser o respeito e o amor, este último entendido no sentido de doação. Nos diversos séculos ao longo da história, as culturas que conheceram um alto padrão de moralidade, como a judaico-cristã, foram as com menores índices de violência contra mulher, e onde a figura feminina mais encontrou valorização. Como podemos retornar a esse respeito às mulheres se nossa cultura se desmoraliza cotidianamente?

A violência contra a mulher existe e persiste? Sim. Mas o feminismo apresenta uma resposta errada para um problema real. Uma solução correta deve considerar aspectos morais da sociedade, de modo a permitir que os indivíduos sigam valores éticos de caridade, fidelidade, amor ao próximo, bondade, honestidade, entre outros. O que lhe faz ser uma pessoa boa? A polícia? As leis? Não, certamente você me responderá que são os seus valores. É, pois, a restauração de moral e de virtudes que reformula uma sociedade e que pode diminuir a violência, inclusive a contra a mulher.

■ ■ Letícia Maria Barbano escreve para o blog Modéstia e Pudor (www.modestiaepudor.com) e coordena o IFE São Carlos.

Artigo publicado originalmente no jornal Correio Popular, edição de 22 de Novembro de 2015, Página A2 – Opinião.

* Nota dos Editores IFE: A autora possui um artigo científico sobre machismo, patriarcalismo etc. que desmistifica muito do que tem sido dito nas universidades, na mídia e em outros canais, artigo este que recomendamos a leitura:

MACHISMO, PATRIARCALISMO, MORAL E A DISSOLUÇÃO DOS PAPÉIS OCUPACIONAIS

http://www.uftm.edu.br/revistaeletronica/index.php/refacs/article/view/1097

Existe e persiste a violência contra a mulher?

 | 23/11/2015 |

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Ocasionando acaloradas discussões entre diversos grupos, o tema da redação do ENEM 2015, “a persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira”, provocou opiniões binárias do que parecia se dividir entre “direita” e “esquerda”. Mas, afinal, como sugeriram alguns, este tema é doutrinador? É um tema pertinente?

Temas de redações dificilmente são doutrinadores. O que é doutrinado ideologicamente ou não é a opinião individual dos alunos sobre o assunto. A violência contra a mulher existe, no Brasil e no mundo, e a razão disso é a crise de valores morais que passa nossa sociedade. Em contrapartida, a frase da feminista de segunda onda, Simone de Beauvoir, em uma questão no primeiro dia da prova, convidava os vestibulandos a uma reflexão com viés feminista sobre o tópico, cuja linha coloca a desigualdade de gênero como principal origem do problema.

Desde a constituição da burguesia, no início da modernidade, nos solidificamos como uma cultura materialista, cujo valor ao capital supera o valor às virtudes e à ética. Isto foi transposto aos relacionamentos humanos, e passamos, progressivamente, à tendência de objetificar as pessoas, como se elas fossem parte dos bens materiais que temos e adquirimos.

Desta linha de perda de bases morais para bases materiais, advém a transformação do amor conjugal em sentimentalismo: o “amor” torna-se simples emoção volúvel e efêmera. Um casal que tem como fundamento este tipo de apego, sem analisar certas condições racionais para a união, tenderá a não ter como valor cotidiano a doação mutua no matrimônio, mas o uso dos próprios vícios para destruir a si e ao outro, abrindo caminho para a violência doméstica.

Todavia, sem considerar estas e outras questões de diversas esferas tão necessárias e pertinentes para se entender a problemática, surge o feminismo com a visão unilateral de que homens são sempre potencialmente agressores e mulheres são sempre potencialmente vítimas.  Tal ideologia, travestida de busca por igualdade de gênero, ignora as diferenças biológicas e psicológicas de homens e mulheres e, ao invés de utilizar-se destas para potencializar a vida em sociedade, promove uma constante luta de classes entre ambos. Na realidade, o feminismo, especialmente a partir de sua segunda onda, reforça a visão materialista, e inverte o comportamento que critica como machista, objetificando os homens ao enxergá-los como possíveis agressores.

A resposta feminista para a questão da violência contra mulher toma como premissa o ódio entre os sexos, algo oposto à premissa ética de que na relação entre os indivíduos de uma sociedade a base deve ser o respeito e o amor, este último entendido no sentido de doação. Nos diversos séculos ao longo da história, as culturas que conheceram um alto padrão de moralidade, como a judaico-cristã, foram as com menores índices de violência contra mulher, e onde a figura feminina mais encontrou valorização. Como podemos retornar a este respeito às mulheres se nossa cultura se desmoraliza cotidianamente?

A violência contra a mulher existe e persiste? Sim. Mas o feminismo apresenta uma resposta errada para um problema real. Uma solução correta deve considerar aspectos morais da sociedade, de modo a permitir que os indivíduos sigam valores éticos de caridade, fidelidade, amor ao próximo, bondade, honestidade, entre outros. O que lhe faz ser uma pessoa boa? A polícia? As leis? Não, certamente você me responderá que são os seus valores. É, pois, a restauração de moral e de virtudes que reformula uma sociedade e que pode diminuir a violência, inclusive a contra a mulher.

Letícia Maria Barbano escreve para o blog “Modéstia e Pudor” (www.modestiaepudor.com) e coordena o IFE São Carlos.

Artigo publicado originalmente no jornal Correio Popular, Página A2 – Opinião, em 22 de novembro de 2015.

Religião, violência e liberdade (por Joathas Bello)

 | 17/02/2015 |

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Sacrifice_of_Isaac-Caravaggio_(Uffizi)

René Girard, importante autor contemporâneo, sustenta que a religião é um dos meios mais poderosos com os quais o homem contou para controlar a espiral de violência que ameaça a comunidade: a solução do bode expiatório servia para amenizar os conflitos sociais nascidos do que ele chamou “desejo mimético” (o desejo do desejado por outrem)[1]. Como tese global sobre as religiões é uma ideia discutível, mas não é meu intento discuti-la aqui, senão que gostaria de chamar a atenção, primeiramente, para o significado que ele vê no relato bíblico em que Deus impede o sacrifício de Isaac: o que ali se estaria nos dizendo é que Ele não deseja sacrifícios humanos, e que, portanto, não se solidariza com as religiões que têm sua base nesta prática (e cujos deuses são, portanto, ídolos). Ainda segundo Girard, quando Cristo, vítima inocente, faz-se expiação, seu sacrifício, solidário com o de todas as vítimas da injustiça, religiosa ou não, representa a abolição de todo e qualquer sacrifício cruento, mesmo o de animais; de agora em diante, a Igreja cristã ofereceria apenas o sacrifício eucarístico das espécies consagradas. Ao contrário do que repetem certas visões superficiais, Deus não é um sujeito sanguinário e arbitrário a impor sua vontade, mas aceita até mesmo a consequência mais sórdida da liberdade humana, que é a morte do seu Filho, para justamente através dela resgatar o homem da morte. Em Deus, o atributo da vontade aparece unido à inteligência: é razoável seu agir, Ele não resolve a violência através da violência, mas a vence com amor, e convida a liberdade humana a fazer o mesmo.

O Ocidente nasceu sob a égide destas ideias: uma Razão amorosa que liberta a pessoa humana e lhe revela a verdade de sua dignidade. No final da Idade Média, a filosofia nominalista, para acentuar a onipotência divina, negou as essências eternas em Deus: Ele poderia ter feito tudo de outro modo e, no campo moral, poderia ter ordenado mandamentos contrários aos que ordenou (de acordo com essa visão, se Deus quisesse, o assassinato ou até mesmo o ódio contra Ele poderiam ser meritórios); até por conta disso é que não há, para o nominalismo, conceitos universais, mas só realidades individuais. A partir dessas ideias é que se vai formando o pensamento moderno, e, aos poucos, vão se acentuando cada vez mais a vontade e a liberdade como as principais características do ser humano, uma vontade independente da razão, e, consequentemente, uma liberdade cada vez mais dissociada do bem objetivo: o homem (cada indivíduo) agora é livre para eleger ou inventar os seus fins; a liberdade só é limitada pela liberdade dos demais[2]. Nesse ambiente surgem as várias liberdades modernas ou liberais: liberdade de culto, liberdade de opinião, liberdade de expressão, etc. Depois de muito conflito, a Igreja Católica se dispôs a reconhecer o que haveria de positivo –desde sua perspectiva– nas liberdades modernas, com a Declaração sobre a Liberdade Religiosa, do Concílio Vaticano II[3]. O que ali se expressa é que a liberdade de consciência não é uma liberdade independente da verdade, mas para a busca da mesma[4]. Assim, não há, para a pessoa humana, uma liberdade absoluta: entre outras coisas, não há liberdade para o exercício da ofensa, seja esta, por exemplo, em forma de blasfêmia, seja na forma mais atroz, de atentar contra a vida de outrem[5].

As religiões, especialmente aquelas que se consideram herdeiras de Abraão, deveriam dar testemunho dessa relação entre liberdade, razão e amor –é bastante complicada para a(s) teologia(s) muçulmana(s) a questão da liberdade humana frente a onipotência divina (o mutazilismo foi um intento frustrado), mas o que digo aqui é o que se requer para uma mútua convivência–, e, na esteira do ensinado por Girard, compreender que, assim como não quis o sacrifício de Isaac (ou de Ismael, na versão do Alcorão), Deus não quer vítimas humanas em seu nome: o não fiel é alguém a quem propor a fé e com quem se deve conviver. Por outro lado, o Ocidente secularizado deveria aprender que o “deus” do qual ele burla é um espantalho que não corresponde à adequada imagem divina, que nos selou com um profundo anelo pela liberdade.

Joathas Bello é Doutor em Filosofia pela Universidade de Navarra.

NOTAS

[1] Cf. GIRARD, René. A violência e o sagrado. Tradução: Martha Conceição Gambini. S. Paulo: Editora Universidade Estadual Paulista, 1990.

[2] Não é meu intuito resumir o complexo processo que levou do nominalismo ao liberalismo (sobre o voluntarismo do que é considerado o pai da modernidade, Descartes, por exemplo, pode-se ver: ZUBIRI, Xavier. Natureza, História, Deus. Tradução: Carlos Nougué. São Paulo: É Realizações, 2010, pp. 163-168), mas quero deixar indicado um possível paralelismo entre a teologia nominalista (da onipotência divina suprarracional) que estaria na raiz da liberdade sem freios do Ocidente, e aquela teologia que domina nos meios fundamentalistas islâmicos (da imposição da vontade/lei divina), que gera o terror irracional. Inclusive os totalitarismos ocidentais se inscreveriam nesta problemática: eles nada mais seriam que a tentativa de unir à força os indivíduos que já não podem mais se encontrar razoável e amorosamente (uma maneira de entender a relação nominalismo-individualismo-totalitarismo pode ser vista em: CORÇÃO, Gustavo. Dois amores, duas cidades: A civilização do homem-exterior [2o volume]. Rio de Janeiro: Agir, 1967, pp. 260-265).

[3] Cf. http://www.vatican.va/archive/hist_councils/ii_vatican_council/documents/vat-ii_decl_19651207_dignitatis-humanae_po.html.

[4] A liberdade religiosa é compreendida pelo liberalismo como o direito do indivíduo a escolher a religião que lhe aprouver, uma vez que não se poderia falar de uma “religião verdadeira”; para o catolicismo, tal direito (natural) existe para que a pessoa humana adore a Deus em verdade, isto é, para que mantenha uma relação autêntica com a questão do sentido da existência, buscando-o sem constrangimento.

[5] Laicistas e fundamentalistas islâmicos transformam em bode expiatório, respectivamente, os religiosos e os “infiéis”: os primeiros, simbolicamente, através do escárnio, e os segundos, fisicamente, através do assassinato.

*** Texto publicado originalmente no site da revista do IFE, Dicta&Contradicta, em 11 de Fevereiro de 2015. Link: http://www.dicta.com.br/religiao-violencia-e-liberdade/